Luna a criadora do mindim

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GRATIDÃO A TODOS QUE PARTICIPAM DA MINHA VIDA

Aqui, duas vidas se misturam e se separam ao mesmo tempo: nasci uma pessoa, apenas, e assim segui até que a escritora poetisa apareceu e se assumiu, sentou e assentou-se, tomou o seu lugar. Daí para hoje tantas águas nos banharam. Águas frescas, quentes, mornas ou pelando corpo e alma; águas frias, gélidas a nos levar à hipotermia. E assim caminhamos por estradas tantas e de tantos pisos como terra batida, terra fofa, cascalhos, pedras, piche, lama e tantos outros trechos. Quero deixar aqui minha sempre gratidão a todos que participam dessa história com visitas de tantos países, de tantos lugares, aos meus blogues. Obrigada pelas estimadas presenças. Prosperidade, amor, paz e alegria a todos, é meu desejo!

EM MUNDO DE POESIA - LIVROS - parte 2

Todo aquele que escreve deve valorizar o cuidado de trazer a público um texto bem escrito e, se intenciona ver seus escritos em livro há que se extremar nesse cuidado para publicar um livro com qualidade e bem apresentável.

Evidentemente, é quase uma façanha colocar um livro no mercado, mesmo com algumas facilidades, como a autopublicação. Por isso, mesmo, e também, o livro deve estar bem escrito tanto em forma quanto em linguagem.

É comum que, ao escrever o autor passe por cima de regras, até para não perder o que chega pela inspiração. Não importa se esse autor tenha ou não uma formação acadêmica, isso acontece.

É aconselhável que, além das revisões feitas pelo autor, uma pessoa capacitada revise o texto. O ideal é que revisões sejam feitas, até que não se encontre nenhum erro. Já que se considera um livro, literalmente, como filho que nasce, que seja, assim, bem cuidado.

Não é difícil encontrar livros com erros diversos, principalmente, de grafia e a simples visão e identificação desse erro, pelo leitor, já lhe provoca mal estar.

A organização é outra questão. Um texto pulverizado e bem distribuído leva ao fruir da leitura tornando-a suave e agradável.

Muitos se enganam ao pensar que escrever muito ou pouco é escrever bem.

Ser prolixo, exagerar nas palavras, usar de verborragia, não faz de ninguém um mestre na escrita, assim como, também, não o faz, o uso demasiado do sucinto que pode levar um texto a não cumprir sua função por estar truncado ou incompleto em informações.  Essas condições tornam a escrita de difícil compreensão para o leitor. Em um texto, seja verso, seja prosa, há que se cuidar para que o mesmo esteja envolto em clareza, propriedade e concisão. Existem aqueles que confundem texto conciso com texto curto.

Um texto conciso é um texto limpo, sem sobras de palavras, sem repetições desnecessárias e sem exageros.

É preciso equilíbrio entre as palavras para que a sua combinação resulte em beleza e significância – é o bastante – para tornar um texto interessante.

Um livro nesses parâmetros, com certeza, será aprovado pelo leitor.



Em mundo de poesia saber lapidar é garantir o brilho na medida certa!






EM MUNDO DE POESIA - LIVROS - parte1

Falarei um pouco sobre a questão de livros.
Quem não quer publicar um livro? Só quem não escreve, assim mesmo, ainda pode pensar: se eu escrevesse publicaria um livro. Isso é vaidade!
É assim com quem escreve. Evidentemente, toda regra tem exceção; sempre bom lembrar isso porque tem gente que esquece e levanta o dedo a dizer:
- não são todos.
Nesse caso, tenho minhas dúvidas se existe alguém que não queira ver seus escritos publicados - o fato de expor o que se escreve já é um ato de vaidade, imagine fazer isso em livro - porém, é de bom alvitre manter a regra. Pode ser que exista alguém assim, não é? Então, vamos usar o termo ‘maioria’.
A maioria de quem escreve, seja em verso ou prosa ou textos científicos, seja em gênero ou forma, com certeza, quer ver seu trabalho publicado. Poeta ou escritor. O poeta pode ser um escritor, mas, dificilmente se encontra um escritor poeta. O que torna os dois iguais é a vontade; o desejo de ser lido, bastante lido. Governados pela vaidade! O cientifico merece o crédito de contar ponto no currículo, pois, isso beneficia no desenvolvimento da carreira. Mas, permanece a vaidade de ver seu texto entre outros gabaritados pelo reconhecido conhecimento.
Muitos cumprem o papel de mestre, por ensinar ou esclarecer, incutir conhecimento, nos seus leitores. Todos transmitem, podendo ou não incutir, ocasionar, suscitar sentimentos, valores, ideias, etc.
Escrever é uma ação obrigatória até na finalização da vida acadêmica, devido a provas, redação, trabalhos, inclusive e até a conclusão de curso, se assim se decidiu, deve-se, seu cumprimento. Depois disso, a liberdade é total, a não ser que se resolva pós graduar, assim terá a obrigatoriedade de apresentar e defender a dissertação ou tese do que se propôs. Porém, a escolha do fazer é livre em todos os sentidos. Assim como, publicar ou não o que escreve e, de preferência em livro, é caracteristicamente um ato comandado pela vaidade! Porque antes de se publicar o que se escreve existe a opção de deixar engavetado. Porém, queremos que leiam o que escrevemos.
E quem disse que é proibido ser vaidoso? Embora, a vaidade possa ser boa ou não - depende de onde vem e como se manifesta - todos temos direitos, negados ou concedidos, são de direito; negativos ou positivos depende da visão e posição de cada um. E um livro, coroa esse desejo – vaidoso – de se mostrar.

EM MUNDO DE POESIA, mesmo que por vaidade, o livro é a coroação de um trabalho.


Agradeço se puder comentar, curtir e compartilhar. Obrigada.






EM MUNDO DE POESIA - A IMPORTÂNCIA DE SERMOS CRÍTICOS

Essa não seria a postagem deste mês. Aliás, são tantos os temas se atropelando à minha frente. Porém, nos meus andares pelo pesquisar deparei-me com uma tese sobre o poema haicai (poderia ter acontecido com outro poema ou outro tipo de texto, mas trago esse como exemplo, pois foi o que encontrei novamente a  questão). Assim, mais uma vez pude constatar um fato que parece consolidado ou se consolidando na poesia e isso me preocupa deveras: a falta de crítica e/ou senso crítico por parte de poetas, estudantes e escritores. Essa ausência está se tornando sólida.
Não falo dessa crítica, aberrada, sem educação, ignorante, grosseira, sem base, sem nível, sem moral, que magoa, ofende e diminui o valor das pessoas e das coisas. Essa vem de ‘intentes’ e não interessa a não ser para estudos com outro direcionamento.
Falo, sim, da crítica madura, saudável, construtiva; falo da capacidade de questionar, ponderar e até negar um fato que se espalha e se torna uma verdade, sendo ou não. Isso acontece muito na história. E na poesia não é diferente, por isso necessita-se do senso de se perguntar é ou não é, assim, foi ou não foi assim. É diferenciar o olhar do comum.Tantos fatos são passados de boca em boca e até mesmo criados, inventados e vão para o papel se registrando como verdade. E foi isso que encontrei na tese sobre haicai. A mesma história, repetida até nas vírgulas por falta de visão crítica apurada para fazer melhor ou fazer correto. E esse fazer é pesquisar, pesquisar, pesquisar, seja o que for. Quem garante que não há outra versão daquilo que vemos ou lemos ou fazemos e saímos a repetir, como faz o papagaio, o macaco, o mico... Somos seres pensamentes, dotados de inteligência invulgar, saibamos tirar proveito para conquistarmos o saber, a evolução. Temos ai, ou aqui, a internet que não deixa margem de engano em relação ao fato, já que esta se torna o melhor que há em proliferação de coisas certas e erradas. Acredito que só não ganhe do boca a boca e da fofoca que atravessam a história e, penso que jamais chegará a um fim.
Vemos tantas histórias, tantas, que tempos depois de ser alimentada como verdadeira nos chega a versão real e olha, até dessas devemos duvidar. O poeta, o escritor, artista em geral, deve manter em si o cientista da arte, para que ela – a arte – jamais morra. O artista deve aprender com o lavrador. O lavrador é o artista da vida. Ele lavra, modela, planta, cuida e aguarda pela colheita. Em caso de poesia, o poeta tem no papel a sua terra a ser lavrada com 26 ferramentas bem afiadas, e com as quais pode se obter lindas plantações ou se ferir todo ou até, matar a si mesmo. Não deixe que a falta desses elementos primordiais - crítica e/ou senso crítico – queime ou torne mirrada a sua colheita.
EM MUNDO DE POESIA todo e qualquer quinhão deve ser bem cuidado, bem adubado e receber boa semente. (Luna em 20 de janeiro de 2015)

Obrigada pelo carinho do ler, comentar, curtir e compartilhar.



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