Luna a criadora do mindim

CARTILHA

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Pensador

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GRATIDÃO A TODOS QUE PARTICIPAM DA MINHA VIDA

Aqui, duas vidas se misturam e se separam ao mesmo tempo: nasci uma pessoa, apenas, e assim segui até que a escritora poetisa apareceu e se assumiu, sentou e assentou-se, tomou o seu lugar. Daí para hoje tantas águas nos banharam. Águas frescas, quentes, mornas ou pelando corpo e alma; águas frias, gélidas a nos levar à hipotermia. E assim caminhamos por estradas tantas e de tantos pisos como terra batida, terra fofa, cascalhos, pedras, piche, lama e tantos outros trechos. Quero deixar aqui minha sempre gratidão a todos que participam dessa história com visitas de tantos países, de tantos lugares, aos meus blogues. Obrigada pelas estimadas presenças. Prosperidade, amor, paz e alegria a todos, é meu desejo!

EU

Eu gosto de estar comigo.
Eu gosto de olhar pra mim.
Eu gosto de me observar.
Eu gosto de conversar comigo.
Eu gosto de me aconselhar comigo.
Eu gosto de pedir e ouvir minha opinião.
Eu sou a minha melhor amiga e confidente.
Eu sou a melhor pessoa para estar comigo.
Eu sou o que mais amo.
Eu gosto de ser eu.








PAVÕES NA REPÚBLICA



Bolsonaro foi brindado com pavões - PSL - no seu governo. A República está povoada desses bichos. Haja espaço para - tantos - abrirem suas rodas.

Cada época o povo convive com um tipo de bicho irracional que governos são povoados com suas eleições. É a vez e a hora dos pavões e os ratos, ainda, correm pra lá e pra cá tentando salvar os restos dos queijos.


E VOCÊ? QUANTO CUSTA?

Sim, você! Quanto custa?

Tudo que você faz, produz ou não produz, é você. Quanto você custa?

O mais polêmico assunto referente ao mundo dos livros e o mais pacífico. A política de edições de livros é a salvação e ao mesmo tempo o abismo de uma gente.

Quanto tempo o autor passa a escrever? Esta é uma questão variável. Porém, aquele que se restringe a tempo, no mínimo, ele escreve quatro horas seguidas. Isso, mesmo. E o processo do livro é esse: ser escrito! Portanto, sem escritor não há livro. Depois de escrito seu processo – o mais comum - é rápido: feitio, distribuição e venda. Ao pensar nisso sempre me vem à memória, os 4S japoneses, que trazem a filosofia de organização e produção. O que marcou em mim a questão foi o fato de que você pode levar vários anos planejando e executar esse planejamento em um ano.
Um livro, você pode levar até 10, 20, 30 anos ou mais a escrever, mas o processo de produção será tão rápido quanto a disposição do editor. É como dizer: você leva 100 anos para escrever e a editora pode levar simplesmente 100 dias para colocar esse livro no mercado. Sim. 100 dias para um processo que levou 100 anos para se concretizar.

Então, eu repito a pergunta: quanto você custa?

Alguém poderia vaguear e dizer: o escritor é o produto mais caro nesse processo. Eu diria: concordo!

É...

Mas, não é assim!

Em todo esse nicho o custo do autor fica em média dentro dos 10% ou 5% do valor da capa de um livro. Assim, se o livro que você escreveu sai com preço de capa de 30 reais, você receberá por tê-lo escrito, na melhor das hipóteses, 3 reais ou 1,50. Isso, mesmo. E eu digo custos porque é como se o autor fosse [e eu não consigo ver diferente] um operário de todo esse mundo do livro. Sim! Um operário e não um artista, como é passada a bela imagem de intelectual; todo chique e elegante no seu dia de autógrafos: emocionado; em êxtase como na sua primeira vez de primeira vez, seja dia ou noite. Um operário [...] mal remunerado. Um barato prestador de serviços. É duro, não é? Mas é a realidade.

Quando o livro sai em preço ‘alto’, não é o escritor a ganhar a fortuna. Ganha o escritor quando as vendas são milhares, mas ganha pelo montante. A fortuna fica para os demais envolvidos no processo. Quando o livro sai ‘barato’, como no processo do e-book, e-pub, a coisa se torna mais cruel. Qualquer um desses, é produzido em todo o seu processo pelo escritor ou este paga para alguém fazer. Desta forma, ele pode colocar esse livro em qualquer plataforma de publicação. Existem dois processos para esse tipo de livro: um você o coloca na plataforma, e ele vem com o preço de ‘custo’ para você publicar e em cima desse valor você coloca o valor que quer receber por direitos autorais e assim terá o preço de venda ao leitor. Naquela plataforma em que você recebe até 70% pelo que vende, os valores para venda são bem variados. 30% você paga para expor seus livros. Apenas, para expor, porque eles nada fizeram ou gastaram para que seu livro estivesse lá. Mas, a questão é a oferta e aceitação. A empresa oferece e você aceita ou não. Nessa modalidade de trabalho, eu penso que o sucateamento de escritores é uma aberração; é escandaloso. Está bem, você escreve 186 páginas e vende seu livro por R$5,99 – uma dúzia de ovos, no bruto, ainda tem que pagar 30% disso aí, para a loja. [65 páginas por R$1.99] [105 páginas por R$2,99] [221 páginas por R$2,61] [561 páginas por R$10,99] [526 páginas por 6.99]. E quem publica, na venda, recebe 70% do valor. 70% de R$1,99 (?); 70% de R$6,99 (?); 70% de R$10,99 (?) e assim vai.

É...

Sabe o que me lembra, olhando esses sites?

Eu sempre fui consumidora compulsiva de revistas e gibis. Não podia ver um, desses, em algum lugar que ia lá pegar para ler. Gastava horrores nas bancas de jornais e distribuidoras de onde saia com os braços cheios e toda ‘fominha’ para devorar tudo aquilo que ficava acordada até a noite toda, se precisasse, para ler tudo. Era assim, mesmo, nada de deixar para o dia seguinte. Então, surgiram as lojas de 1.99 e um tempo depois essas lojas passaram a vender revistas, livros, gibis, qualquer um por 1.99. Imagina... Lá estava eu. Revirava as gôndolas a procurar aquilo que, ainda, não havia lido. Pena, ter acabado, mas, também, já não existe loja de 1,99. Só neste site.

Eu nada tenho contra isso ou aquilo, apenas constato. Como já disse, cada um sabe de si. Se tem gente que escreve e aceita se vender por valores assim, não sou eu quem vai dizer: não faça isso. Jamais! Mas, que é sucateamento, é certo, seja qual for a qualidade dessas escritas.

Quando se diz de oferta e procura, temos, aí, a demanda determinando valores. Mas, nesse caso, acredito é que a mão-de-obra é barata, mesmo. Vejo um tanto de gente, brincando de escrever para pegar uns trocados. Vejo, também, que nesse site os mais baixos valores de mercadorias apresentadas pertencem aos livros. Quem aceita valores faz seu preço.

Então...

Quanto você custa?


EM MUNDO DE POESIA reconhecer, é ser.






IMAGEM

 A vida nos leva ao mar
O mar que também é vida
Nas águas sol a brilhar
Embala imagem querida





AGRADECIMENTO PELAS LEITURAS

Estados Unidos
Países Baixos
Brasil
Indonésia
Região desconhecida
Grécia
Alemanha
Rússia
Emirados Árabes Unidos
França
Ucrânia
Bélgica
Japão












ESTILO



Salgado é o vencer.
Sabotagem, sacanagem;
Salve-se quem puder,
Saldo da aprendizagem.




MINDIM

MINDIM 
O poema que mexe com sua cabeça

Mindim
Pra mim
E você!

***
Noite...
Nossa
Festa!

***
Raio
De luz
Pra ti

CADEIA DE MINDIM

Noite
Linda
Assim

Minha
Sua
Nossa

Beijos
Muitos 
A todos

by Luna Di Primo














CALADA


CALADA

Calada, eu vi você me difamar;
Calada, eu vi você que me agredia.
Calada, recitei a Deus - verbo amar...

Calada, eu vi você que me agredia,
E súplice voltei meu olhar aos céus;
Pedi justiça para a sua ousadia...

E súplice voltei meu olhar aos céus,
E a vi caindo, assim, desmantelando,
E para sempre... E dei graças aos céus...

Luna Di Primo







EU

Não sou contra nenhum pensar, 
nenhuma posição... 
Somente acredito que a verdade é
 justiça, 
liberdade 
e evolução para o homem.







PUBLICAR LIVROS NO BRASIL É UMA FAÇANHA.

Quando eu disse - em um dos textos que escrevi aqui - que publicar livros no Brasil é uma façanha, eu o fiz dentro da razão.

São tantos artifícios de controle que, realmente, há que se ter ‘paciência de Jó’. Por isso, paga-se caro para ter um livro politicamente correto na sua confecção.  Todo objeto de desejo custa caro, mas, não deveria ser assim, principalmente, quando se fala em cultura. Cultura é como a comida no prato. É alimento. É necessário. É imprescindível! Todos nós temos direito à cultura – tema em questão – tanto no acesso a esta, como na sua produção.

Entremos na questão específica de livros. Porque façanha em se publicar livros no Brasil? Porque tudo que se cria, relativo à livro, é feito em referência à organizações, como editoras, por exemplo. Se o seu livro for produzido por uma editora, ela executará toda a questão de registros devidos para colocar seu livro no mercado. Os valores são embutidos no orçamento, que você recebe sobre a possível publicação de seu livro. Já fez um orçamento desses? Não? Faça!

Caso você decida por uma produção sob demanda você deve cuidar de todos os registros, sendo estes: registro na Biblioteca Nacional; registro de ISBN – são garantias de direitos autorais e provas contra plágio. Aí, além das taxas a serem pagas, pois isso não sai de graça, ainda se tem as despesas de envio com o correio, que não ficam nada baratas. Não satisfeitos, ainda criaram a lei da catalogação, ou seja, o livro tem que trazer uma ficha catalográfica (Cataloging-in-Publication – CIP) na qual vem o registro dos dados sobre o livro: nome do autor, editora, ano de publicação, ISBN e assunto (isso tudo já constava em um livro sem ficha catalográfica e assim era usado para qualquer referência). Mas, na realidade, sua função é outra: A CIP, como é mais citada, é para auxiliar as bibliotecas a selecionar e comprar livros, uma vez que facilita a divulgação destes entre os usuários; facilita às editoras a organização de seus arquivos, catálogos comerciais e matérias promocionais dentro de padrões uniformes e, mais: leva aos livreiros as informações exatas sobre o assunto de que se trata nas obras, com o objetivo de facilitar agrupamento por assunto e favorecer a divulgação. E sabe quanto você paga por isso, hoje? Mais de R$100,00! Isso, mesmo, mais de cem reais! Isso, em cada livro que publicar. Depois de publicado seu livro, você deve cumprir com a “exigência de remessa à Biblioteca Nacional de um exemplar (...) objetivando assegurar a coleta, a guarda e a difusão da produção intelectual brasileira, visando à preservação e formação da Coleção Memória Nacional.” E a despesa com o correio, novamente. Pronto! Ah, e sem esse Depósito Legal o seu livro não pode ser inscrito em concurso promovido pela Biblioteca Nacional.

Dentro de tudo isso, você poderá ter uma soma de R$200,00 a R$500,00, sem contar que, se não souber deixar seu livro pronto para a impressão, inclusive a capa, terá que pagar por isso, também.

No cenário de edição de livros no Brasil, tudo gira em torno de Editoras e não de editores. Tudo que se faz em relação é para controle e não promoção de literatura. Tudo gira em torno de aglomerações. O país não acompanha a evolução. Não sabe ser importante e sua mentalidade é pobre, além do sentimento de inferioridade que carrega em relação aos demais. Tão cheio das desigualdades que combate e ao mesmo tempo as provoca ou as mantém vivas. E quem consegue caminhar sobre esse emaranhado e realizar a proeza de publicar livros sem a existência de qualquer incentivo desse meio, seja por parte do país, seja por parte das aglomerações, é mesmo para ser respeitado. Embora não seja garantia de grande lucro, esse mundo pertence à elite e tudo que se faz é por e para ela – não a elite com significado de ‘melhor que existe’ e sim de ‘dominante’. O mundo da cultura, principalmente, o mundo dos livros, é um mundo elitizado. E como toda elite, esta, também, sobrevive do que produz seu oposto.


EM MUNDO DE POESIA o livro é o alimento que leva à alma a luz do esclarecimento.


)-(


EM MUNDO DE POESIA - LIVROS - parte 5- PUBLICAR LIVROS NO BRASIL É UMA FAÇANHA.




Mesmo que seja difícil...

...Mesmo as piores pessoas existentes têm sua função nesse mundo, a exemplo do caso de Hitler.


PÉROLA 14

Vou-me embora
Chamada pelo vento
Eu não sou daqui


PÉROLA 16

PÉROLA 19

a maresia
suavemente chega
na brisa leve

que espalha seu cheiro
e mistura ao meu amor



PÉROLA 18

Nasce dourado
Em filetes outonais
Com brisa fresca

A acariciar-me
No suave banho luz




PÉROLA 20

Com graça chegou
Com talento mostrou
O grande poeta

Que habita em si a
Honrar a poesia






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POSSO NÃO SER GRANDE MAS ESTOU ENTRE ELES

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