Luna a criadora do mindim

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GRATIDÃO A TODOS QUE PARTICIPAM DA MINHA VIDA

Aqui, duas vidas se misturam e se separam ao mesmo tempo: nasci uma pessoa, apenas, e assim segui até que a escritora poetisa apareceu e se assumiu, sentou e assentou-se, tomou o seu lugar. Daí para hoje tantas águas nos banharam. Águas frescas, quentes, mornas ou pelando corpo e alma; águas frias, gélidas a nos levar à hipotermia. E assim caminhamos por estradas tantas e de tantos pisos como terra batida, terra fofa, cascalhos, pedras, piche, lama e tantos outros trechos. Quero deixar aqui minha sempre gratidão a todos que participam dessa história com visitas de tantos países, de tantos lugares, aos meus blogues. Obrigada pelas estimadas presenças. Prosperidade, amor, paz e alegria a todos, é meu desejo!

A BRUXA QUE TENTA SER POETA

Hoje 31 é dia da bruuuuuxaaaaaaaaa e eu adoro madame mim

A BRUXA QUE TENTA SER POETA


A cara continua a ser medonha
Não conseguiu virar uma princesa
Nem poeta, que tanto quer ser... Sonha
em oferecer verso na sua mesa

Mas, continua a sua malvadeza
Quem nasce bruxa morre, mesmo, bruxa
Escreve qualquer texto com rudeza
Não pega a pena e sim... Arrasta-a, puxa

Não adianta... Pra cada um, seu lugar
Falta a delicadeza que a poesia
pede... Falta o saber amar, se dar

Tudo que sai de si vem camuflado
E o poeta é a luz da poesia
Porém, bruxa, ganhou dia enfeitado

 31OUT2011




EPÍGRAFE 2



Epígrafe 2

 Andarílhos da poética
 Um dia aqui outro ali

 29OUT2011


EPÍGRAFE 1



Epígrafe 1

Ontem riram, fizeram festa.
Hoje, quem faz a festa sou eu.

27OUT2011




O DEMÔNIO DE SAIAS

monólogo


É... O homem nasceu para viver só...
Mesmo acompanhado, mora com a solidão.
Toda fêmea é egoísta...
Nunca cede nada... Nunca cede a nada... E...
Suas divisões acontecem pelo acaso...
São divisões que a vida lhe impõe...
Apodera-se de tudo que pode ao seu bel prazer...
O que lhe é retirado, sai por uma força maior que a sua...
É uma forma de se manter o equilíbrio no universo
É por isso que o mundo vive em meio a atribulações...
É a fêmea responsável pela formação da vida e por sua continuidade...
Não se importa em ser feliz, quer apenas o domínio...
Quer o poder do mundo em suas mãos...
E todos os machos aos seus pés...
Forma-se o macho sob sua tutela...
Por isso as guerras? A perversidade no mundo?
Mata e sob seu domínio o macho mata e comete os piores crimes...
Será a fêmea o demônio que vive entre os homens?
E como Deus nada destrói de tudo que construiu,
O colocou sob seu jugo e sob o jugo do macho, em forma de mulher?
Teve o Criador dessa forma o único recurso para deter a destruição do mundo, quiçá do universo...?
Pode ser a fêmea a condutora do apocalipse?
E porque não? O macho é um ser submisso...
Sim... Submisso à medida que, por mais que se rebele, acaba por ceder aos quereres da fêmea...
Existe alguma dúvida sobre isso?
O macho tem suas leviandades, mas por quê? Quem o leva a isso? Não seria o egoísmo e a determinação da fêmea?
A fêmea que confunde amor com absolutismo?
Não seria por isso totalmente submissa ao macho e a todas as leis universais? Uma forma que o Criador encontrou de manter o domínio sobre o anjo rebelde?
Dará vida a vida...  Para não destrui-la... Deve ter pensado o Criador...
Mas por ser o demônio... O anjo que se rebelou... O filho desobediente... Mesmo subjugado e carregado de devaneios faz valer seus desejos e predominância sobre todos...
Pode ser, por ai, que alguém, sabiamente, chamou essa fêmea de “o demônio de saias”.

25OUT2011



ASSIM



ASSIM


Você me veio como o amanhecer
Em que a lua descia pra dormir.
Mas, esperava o dia em seu romper;
Então, beijava o sol e ia a sorrir.

Assim, nos encontramos, em sorrisos,
Num brincar como já a se conhecer,
E a alegria do amor que vem nos risos,
Cravando em nosso peito a florescer.

Sem aviso, e crescendo sempre mais,
Navio a aportar no oceano,
De tão grande, não cabe no seu cais.

E na serenidade se mantém,
Nesse universo, firme e soberano,
Sem uma tempestade que o detém.

20OUT2011


COMO O VENTO




Dorida, o corpo arrasta em contrapeso.
São anos e anos de luta e só descrédito.
Olhando, enfastiada, o corpo obeso,
Que valor desse reles manuscrito?

Nenhum! Foram leituras tão choradas,
Respondia a si mesma, com muxoxo,
Olhando umas presenças, tão minadas
- E porque fui buscar! Diz - olhar frouxo.

Reconhecia que não tinha talento.
Sabia regras por tanto estudar,
Mas, seus versos, tais, qual próprio vento.

Rodopiam sem lado de chegar,
De tão insossos, não vêem despertar,
O brilho reluzente d`um olhar.

by LunaDIP

17OUT2011



Ô DÓ!



Ô DÓ!

Pronto! Ah, meu senhor Pai mais outra crise!
E dessa vez bem feia! A mais feia!
Oh, Pai! Retire o coelho da valise!
O que fazer com a louca da aldeia?


Nem mesmo manicômio ou internação
A não ser que retorne pro retiro,
Para não se expor a humilhação!
É grave o caso e sátiro, sugiro!

Delírios assim vão aumentar,
Pois vê a fantasia qual real...
Tende cada vez mais a inventar!


E coisas tão absurdas que se vê,
De cara a inverdade, pois os loucos
Da doença mental ‘stão a merce!

15OUT2011
 




BRILHANTE AMAR



BRILHANTE AMAR

Um amor belo e brilhante
E em reflexo seu carinho
Brilha em mim a todo instante
Tao puro, tal qual um vinho


Eu degusto desse amar
Nas bordas de sua boca
Bebo do mais fino néctar
Sabor a me deixar louca


Deslizo pelo seu corpo
Medindo cada centímetro
Em delírio chego ao topo
De rainha eu tenho o cetro

11OUT2011





LACOS DE AMOR



LAÇOS DE AMOR

 

A chamar o meu amor dedilho a harpa

A saudade é tamanha que ecoa a melodia

Que no azul do infinito deixa a sua marca

Soa pelo bosque a dançar com os raios solares

E a ele vai chegar dizendo da minha saudade

Ao meu cavaleiro de sentimentos sublimares

Então ele vem galopando seu corcel negro

Elegante chega dentro de sua armadura

Da qual se despe exibindo seu perfil grego


Eu o olho embevecida com tanta beleza

Meu amor se orgulha de seu cavaleiro

A provar seu amor com tanta grandeza

Mergulho em seus braços sentindo o seu calor

E nos entregamos de saudade e imenso carinho

Perante a natureza reforçamos nossos laços de amor


by LunaDIP
 
10OUT2011
 






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