Luna a criadora do mindim

CARTILHA

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Pensador

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GRATIDÃO A TODOS QUE PARTICIPAM DA MINHA VIDA

Aqui, duas vidas se misturam e se separam ao mesmo tempo: nasci uma pessoa, apenas, e assim segui até que a escritora poetisa apareceu e se assumiu, sentou e assentou-se, tomou o seu lugar. Daí para hoje tantas águas nos banharam. Águas frescas, quentes, mornas ou pelando corpo e alma; águas frias, gélidas a nos levar à hipotermia. E assim caminhamos por estradas tantas e de tantos pisos como terra batida, terra fofa, cascalhos, pedras, piche, lama e tantos outros trechos. Quero deixar aqui minha sempre gratidão a todos que participam dessa história com visitas de tantos países, de tantos lugares, aos meus blogues. Obrigada pelas estimadas presenças. Prosperidade, amor, paz e alegria a todos, é meu desejo!

MUNDO DE ENFEITES

 Feliz, sigo, são minhas as glórias!

Busquei cada prêmio que ganhei;

Não fui pegar nada de ninguém.

Jamais precisei tombar alguém.

Ser cruel é coisa de quem, aquém...

Ganhei muito, até o que nem sonhei;

Mas, bem merecido, por histórias,

Histórias, poesias e memórias,

Prosei, versei, letras desenhei!


O mundo é de quem o faz tão belo.

Quem se faz melhor na sua nobreza...

Se faz, sem com outro futricar;

Fazer sem, alguém, prejudicar,

Pois, isso resulta em claudicar.

Poesia não se dá com aspereza...

Enfeita muralhas de um castelo,

Põe músicas de um violoncelo,

Lá dentro: a poesia com a beleza.


do livro NONADIPRIMO

https://clubedeautores.com.br/livro/nonadiprimo


Academia Rotary de Letras, Artes e Cultura 

Academia Internacional da União Cultural 


CONFIAR


não perca a esperança, fortaleça

a alma com pensar em Deus que é justo

e jamais abandona um filho, teça...


a alma com pensar em Deus que é justo

traz luz,  brilho no olhar, mesmo que triste,

seguir é sua meta - erguer de busto...


traz luz,  brilho no olhar, mesmo que triste,

sorrir é espontâneo e gracioso

Não há, nunca - deveras - dedo em riste...





O QUE É QUE HÁ?

O que é que há consigo pobre alma?

que tantos perturbam a sua paz?


O que é que há consigo pobre alma?

que canta ofensas sofridas aos quatro ventos?


O que é que há consigo pobre alma?

que tanto fala de outros como pessoas que humilham e pisam?


O que é que há consigo pobre alma?

que embora diz ver o que é bom só mostra o que é ruim?


O que é que há consigo pobre alma?

que alonga seu olhar mas só enxerga o que diz ser podre?


O que é que há consigo pobre alma?

que prega a moral, a justiça, os bons costumes e faz o contrário?


O que é que há consigo pobre alma?

não serão as fantasias que cria a doença, negada, da mente?


O que é que há consigo pobre alma?

não serão coisas da língua ferina intrauterina de partos malfadados?


O que é que há consigo pobre alma?

não será vivência mal vivida que trava os passos?


O que é que há consigo pobre alma?

não serem alaridos por terras não conquistadas provocando enxurrios de palavras?


O que é que há consigo pobre alma?

não será refluxo de fatos queridos por Universo negados?


O que é que há consigo pobre alma?

Seja lá o que for lembre-se: Aquilo que se tem é o merecido. Isso vale para todos, seja bom ou ruim. Se não há merecimento, jamais se alcançará.


Guarda isso consigo!


PALAVRÃO

 O palavrão é apenas uma forma de dizer que o bom repertório chegou ao fim. Geralmente, o palavrão vem de pessoa limitada no vocabulário e agressiva nas ações. Numa altercação o palavrão corresponde a um ‘tapa na cara’ ou bofetão, murro ou soco, empurrão e demais tipos de agressão física, assim como nas palavras é uma agressão verbal. O uso do palavrão demonstra a limitação da pessoa em todos os sentidos: no vocabulário, na vivência, no contexto social e limitação consigo mesma, quando não vê ou se recusa a aceitar ou reconhecer-se na sua limitação. Alguns defendem o uso do palavrão quando os argumentos se acabam, mas o próprio esgotar de argumentos já diz da sua limitação. Assim, palavrão é de uso de quem não consegue ser ou se fazer melhor, principalmente, em relação ao outro, que é sempre o motivo de altercações.  O objetivo de quem entra numa altercação é fazer com que valham suas razões e que estas calem o adversário. A velha disputa pelo poder. Quando isso não acontece - acontece o palavrão. Então, palavrão é argumento de incompetente. Não possui bagagem suficiente para se estabelecer.


Do livro PENSARES e dizeres 

https://clubedeautores.com.br/livro/pensares-e-dizeres




A BARDAIADA


A poesia está bravia, está agitada.
bravia e agitada eu também estou;
assim, ablasfemada, nem sei e vou...
águas revoltas inundam  a estrada;
minha alma que também é inundada.
vê o quanto o poeta, assim, murchou,
pelo caminho o poeta escorregou,
poesia de poeta vão - ao chão a bardaiada.
vão versos - versos vãos - bardos no chão!
bardos sem chão, umbigo na mão, então...
sacode-me as entranhas, e tão estranhas.
reviram e reviram em  campanhas,
como se tudo fosse e viesse em vão.
como se tudo viesse  e fosse em vão!
05jul2020

A FOME DO SEU VENTRE


A fome do seu ventre é outra,
é a fome da cria que não veio.
É a fome do embalar nos braços.
Embalar que ficou com outra...
O embalar do sugar no seio,
O embalar dos olhos nos traços.

No seu ventre fica a fome
De puro amor que nunca mereceu,
E quando percebeu o deserto era seu;
Uma casa tão escura que jamais recebeu,
O fruto de um amor que há muito jubilou;
Com outra, noutra mesa é que se come.

Viva a vida que morta segue,
Enquanto noutro espaço a vida vibra;
Tem o riso cristalino do fruto d’outro amor,
Siga a limpar e lavar e o passar não negue.
É assim que seguirá – ventre seco - jamais parirá.
É a vida a condenar e as correntes lhe arrastam onde for.

Morde os beiços, aperta os olhos,
A ira companheira inseparável.
Maldade intrínseca e prevalente.
Deus é justo, a natureza é cria divina.
Tudo é conforme dádivas merecidas.
Por conquistas e por justiça.

Incapaz de amor grandioso,
Cultiva a falsa sinceridade,
Alimenta a maledicência.
Uma cria não vem ao arenoso.
Não se tira leite de pedra.
Não se alimenta de ventre seco.

O seu ventre seco, não gera vida.
Não gera amor, não gera paz.
Vive na aridez da vida e da alma.
É como olhar para sua palma,
Não tem traços, apenas linhas;
Deformada palma, deformada alma.

Olhos caídos não enxergam nada.
Pálpebras despencam sobre o olhar,
Saltados globos oculares e embaçados,
É o fim sem o começo – é orvalhar.
Orvalhar seco, interno e sem salvar.
É a natureza – é a mão de Deus!

E, mesmo assim, a lição passa em branco.




Ordens da Alma


quarta-feira, 20 de agosto de 2014


Ordens da Alma !!! - Dedico este trabalho à minha amiga de longa data, poetisa Luna Di Primo

www.minhasimagens.net




Deixar de criar tantas expectativas.
Analisar minuciosamente as alternativas.
Não decidir no impulso.
Poupar, um pouco, o pulso.
Ser mais sereno,
Sem, em absoluto, deixar de ser intenso.
Pôr mais em prática a perfeita união
Da razão com a emoção.
Exercer com efetividade
A maturidade,
Com aquela inconfundível alegria de menino,
Que ocupa uma parte tão importante 
Tão apaixonante de meus signos.
Aproveitar essa mudança forçada,
Para colocar a casa emocional em ordem.
Nada de deixar a ladeira inundada.
Quero companhias que me corroborem,
Não que me levem pra baixo, 
Ou se façam presentes, apenas para me empatar,
Toda vez que eu tentar ter companhia para voar.
Estou cheio de gente empacada,
Negativa, mal amada!
Também não quero gente que viva no salto.
Quero gente simples e alegre
Que consiga, ao menos, por momentos, 
Se sentir leve.
Acima tudo: quero gente que dê valor
Ao sentimento maior: o Amor!



"Se você vier pro que der e vier comigo"
https://www.youtube.com/watch?v=ZwiWMIE8zGc



Mais uma lembrança do meu amigo Claudio Poeta - Que Deus esteja contigo




Seu livro foi lançado em 2019? Participe do Prêmio Jabuti 2020



Ao abrir o e-mail, neste momento, até me assustei ao ver este convite.

Confesso que senti certa nostalgia que não consegui identificar.

Porém, uma grande honra encontrar um chamado desses em

 meu e-mail. Obrigada!



Você lançou seu livro em 2019?
Já tem o ISBN e a Ficha catalográfica?
As 20 categorias da disputa recebem inscrições até o
dia 30 de abril!
Além da estatueta símbolo do Jabuti, o vencedor de cada categoria leva para casa R$ 5 mil reais e o Livro do Ano recebe R$ 100 mil reais.
INSCREVA-SE
Câmara Brasileira do LivroApex Brasil

COITADA

Coitada da inveja era tão perversa
Caía a rir da luz
Caiu também nas trevas com sua conversa
Cega nem via que já carregava sua cruz







SEM TEMER

Eu gosto de mim.
Eu gosto de mim assim como sou.
Sou feliz, exatamente, como sou, isso não quer dizer que eu não tenha questões a resolver, simples ou complexas.
Não tenho medo de nada, mas sou tremendamente emotiva e aquilo que me emociona, me faz chorar.
Nunca choro de raiva, porque não a sinto; não sou criatura raivosa, irada.
Mas, se algo me incomoda ou me faz sofrer, sim, muita coisa me faz sofrer, eu recorro a Deus, pois, nesses casos, só Ele ajuda.
Nunca entro em desespero, pois sei que Deus sempre me ajuda, mas sou um poço de preocupação. Deus é o que tenho de escudo contra as coisas ruins. Costumo dizer que só Deus gosta de mim, sem poréns, é Ele que me guia, me protege e me salva.
Não digo isso por beatice e sim porque é exatamente assim.Sou tranquila no dia a dia, mas meu sangue ferve com a falta de respeito, falta de lealdade e reconhecimento;
Sou uma pessoa silenciosa, porque sou mais de pensar, talvez por isso escreva.
Muito pouco escrevo por inspiração externa, quase tudo é criação mental.
Eu sempre gosto do que escrevo, raramente modifico um texto.
Nunca tenho ambição com o que escrevo.
Gosto quando gostam do que escrevo - mas não me importa se não gostam. 

Pérola 40

Não mais postarei
Prefiro guardar todos
Os meus tercetos

Do que ser plagiada
Por sapa descarada

PÉROLA 38


Doces lábios
Levemente pousaram
Os meus beijaram

Como livre beija flor
Na rosa cerejeira

PÉROLA 30


Ela que se viu
Na servidão dos dias
Decidiu mudar

Se banhou em verde mar
Enfeitiçou os corais

PÉROLA 26



Uma pérola
Eu lhe dou de coração
Puro encanto

Trás paz e harmonia
 E enfeita a vida

PÉROLA 32


Araras azuis
Algazarra ao passar
Voam felizes

Vai o bando passear
Noutras paragens pousar

PÉROLA 28



Pendurado pai
Empencado de filhos
Segura na mãe

A feliz bananeira
A sustentar seu cacho

PÉROLA 10


Olhos fechados
O exalar de perfumes
Coração chora

PÉROLA 2


Flores no campo
A lua ilumina
Amor me sorri

ACADÊMICA

ACADÊMICA

ACADEMIA

ACADEMIA

Prêmio

Prêmio

Prêmio

Prêmio

PREMIO

PREMIO

Graça

Graça

super

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premio

premio

opb

opb

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Agua límpida @ Fonte abençoada @ Luz e Paz eu bebo


POSSO NÃO SER GRANDE MAS ESTOU ENTRE ELES

POSSO NÃO SER GRANDE MAS ESTOU ENTRE ELES.