Luna a criadora do mindim

CARTILHA

CARTILHA
solicite, também em Livros de Luna Di Primo clic na imagem

Pensador

Pesquisar este blog

acompanhe por email

GRATIDÃO A TODOS QUE PARTICIPAM DA MINHA VIDA

Aqui, duas vidas se misturam e se separam ao mesmo tempo: nasci uma pessoa, apenas, e assim segui até que a escritora poetisa apareceu e se assumiu, sentou e assentou-se, tomou o seu lugar. Daí para hoje tantas águas nos banharam. Águas frescas, quentes, mornas ou pelando corpo e alma; águas frias, gélidas a nos levar à hipotermia. E assim caminhamos por estradas tantas e de tantos pisos como terra batida, terra fofa, cascalhos, pedras, piche, lama e tantos outros trechos. Quero deixar aqui minha sempre gratidão a todos que participam dessa história com visitas de tantos países, de tantos lugares, aos meus blogues. Obrigada pelas estimadas presenças. Prosperidade, amor, paz e alegria a todos, é meu desejo!

OBRIGADA!



 Muitas vezes, na busca de apresentar, melhorar e aprimorar nosso trabalho, somos vistos e interpretados como vaidosos; somos invadidos, maltratados, rechaçados, difamados e perseguidos pela inveja que, infelizmente, também habita o meio da escrita e poética.
Mas, quando nos deparamos com o reconhecimento puro e cristalino como esse abaixo, nos sentimos compensados por toda a luta e, esses agentes nocivos se tornam apenas um apenas em nossa vida.
Agradeço a todos os leitores e amigos por abonar meus escritos com suas valiosas leituras e com o compromisso de procurar  sempre o aperfeiçoamento para que o retorno, também, seja à altura do retorno de vocês leitores. Agradeço com muito carinho aos amigos divulgadores do meu trabalho, obrigada sempre a todos.




TERRA MINHA



Guardando minhas lembranças,
bem dentro do coração;
vou seguindo nas festanças,
bem longe do meu rincão.

Ah, saudade do meu campo,
onde tudo era gigante.
Cabelos soltos sem grampo
E o olhar todo importante.

Comia fruta fresquinha.
Tinha banho de riacho.
Perto não tinha vizinha,
para encher boca do tacho.

A cachoeira ali perto,
não parava de cantar.
A passarada por certo,
sempre vinha acompanhar.

Era dia, dia e noite;
junto com amigo vento
que trazia seu açoite,
ora rápido ora lento.

E a vida assim seguia.
Do brejo vinha a verdura,
Do rio vinha uma enguia.
Era alimentação pura.

O monjolo trabalhava
a preparar fresco grão.
O calabouço banhava
crianças e plantação.

A garapa tão fresquinha,
como era o dia a romper...
A natureza todinha
Falava em alvorecer.

Roda d'água que rodava
os encantos e os sonhos;
o são josé que banhava
doce perfume risonho.

O dia a ir sossegado.
A tarde que vem docinha
com a tacha de melado.
- Ahh, saudade terra minha!



CORDEL EM SEXTILHAS ESTILO FECHADO



Eu fui parar numa vila
Quando fui pro estrangeiro
No início era argila
No final foi lamaceiro
Sem saber entrei na xila
Eu estava num puteiro

Eu cheguei  lá sem ver nada
Fui fondo, fui fondo e, fondo
Mas logo fui acordada
Por um maldito estrondo
Saímos para a porrada
Pois o tipo era hediondo



Arquivo do blog

Agua límpida @ Fonte abençoada @ Luz e Paz eu bebo


clique na imagem para ver

POSSO NÃO SER GRANDE MAS ESTOU ENTRE ELES

POSSO NÃO SER GRANDE MAS ESTOU ENTRE ELES.