Luna a criadora do mindim

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Luna Di Primo Criadora do MINDIMg+

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Escritora e Poetisa amante da natureza

CRIAS MINHAS

________________________________
ASSIM SE FAZ O POEMA MINDIM

Vigia
Maria
Vigia

__________________________________
 
ASSIM SE FAZ UMA CADEIA DE MINDIM 
(CADEIA - É SÓ - de MINDIM)

D'amor
Que eu
Lhe dou

Nasce
A flor e
O fruto

E do seu
Amor
Por mim

Vem o
Mundo
Em cor


saiba como fazer mindim aqui
http://mindimlunadiprimo.blogspot.com.br/



AQUI TEM-SE O nonaDIPRIMO uma estrofe de 9 versos com nove sílabas em cada verso devendo marcar  tônica na 2ª, 5ª e 9ª sílabas e com rimas ABCCCBAAB

Eu vi a criança chorar de fome
No frio que, a pele, vem cortar.
A mãe a rezar do seu jeito,
Com mão a segurar a dor no peito.
Seu anjo definha em rude leito,
Sem uma alma santa pra ajudar;
Apenas, o escuro a consome,
Sem lei, sem viver, sem mesmo nome.
Ali, inerte, sem nenhum bradar.

 


nonaDIPRIMO PODE SER COMPOSTO EM QUANTAS ESTROFES O POETA QUISER

De flores se faz belo caminho.
Plantar de alegria vem colheita,
Suave de amor, forte de luz.
Então, o universo reproduz,
Os passos que a vida assim produz.
Servir de acalanto a mão perfeita,
Que estende e retira sempre o espinho,
Das almas caídas; com carinho.
Grassar as gotinhas que a paz deita.

Então no esplendor vai se deitar,
Assim, receber seus dividendos.
Bênção vem da luz da caridade,
Gravando no livro eternidade;
Imagem de glória sem vaidade.
Das harpas os sons vêm estupendos.
Os anjos reúnem a cantar,
Sublimes acordes de exaltar,
Do amor os frutos percipiendos.

 


O nonaDIPRIMO PODE TER MOTE SEMPRE NOS DOIS PRIMEIROS VERSOS DE CADA ESTROFE

E quando você olha outra vida,
E nela começa a reparar...

Sinal que a sua está precária,
Pedindo socorro, tão, ordinária.
Mas, sua coragem não é pária,
Então olha outra vida pra atacar.
Não tem nem talento para a lida.
Não dá à sua vida nem guarida.
Não tem competência e quer matar.

E quando você olha outra vida,
E nela começa a reparar...

Naquela pessoa tão benquista...
Pergunta a razão de tal conquista,
Enquanto se vê só e malquista.
Sai para ofender e a outros culpar.
Acusa por não ser a querida.
Que por toda vida foi vencida.
Aí, é difícil de enxergar.

E quando você olha outra vida,
E nela começa a reparar...

Naquele que mostra todo próspero.
Se sente menor, com pensar áspero,
Diz ser mais, devia ser o prócero.
Irado pragueja a difamar,
Ação duma inveja descabida.
Cobiça por mesma, do outro, vida.
Melhor recolher língua e calar.

____________________________________________


   

DIPRIMO COM MOTE


1 -
DIPRIMO é um poema metrificado e rimado, nos moldes dos poemas clássicos.

- REFERÊNCIAS
Estrofe – nona (nona por ter 9 versos)
Métrica – 2 - 5 - 9 (marca a sílaba mais forte na 2ª, 5ª e 9ª posição)
Rimas – ABCCCBAAB


ESSA TAL FELICIDADE

Tamanha essa tal felicidade,
Que sempre a vir com mais lindo amor,
Faz-se claridade que ilumina...
Encanta sublime alma Divina,
Que em banho de luz torna menina,
De novo a enfeitar um campo em flor.
Suave perfume a espalhar,
Impregna das nuvens ao olhar,
E o mundo se torna multicor.

2 -
Diprimo com mote:
as regras são as mesmas do poema e o mote deve estar sempre nos dois primeiros versos em todas as estrofes.


EXEMPLO COM DUAS ESTROFES

Mote:
São flores colhidas no jardim
Os frutos da própria imensidão


DIPRIMO

COLHEITA

São flores colhidas no jardim,
Os frutos da própria imensidão.

Retorno de ação de uma pessoa,
Ou do coletivo que faz loa,
Ao mundo da chuva à garoa.
D'olhar ao sorriso é vastidão.
De tudo a colheita chega, sim.
Pra todos: você, outro e pra mim.
E tudo vem livre de isenção.

São flores colhidas no jardim,
Os frutos da própria imensidão.

Pra ter o amor é só plantar.
Pegar a semente e semear;
A terra boa e ruim fertilizar.
Assim, corações na escuridão,
A ter aconchego, quando, enfim,
Colheita sadia a ter por fim;
Enquanto do bem a floração.
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NOVA CRIA: DIPRIMO



Como sou apaixonada pelas oitavas de Camões, cordel e trovas, criei a nona DIPRIMO, um poema metrificado.
Seguem abaixo as referências.

CLASSIFICAÇÃO
Estilo - clássico
Estrofe – nona
Versos – isométricos
Métrica – 2 - 5 - 9
Rimas – ABCCCBAAB

Viver no seu tempo e no porvir.
Contemplo esses mundos bem selados.
Vem dantes tecer de um compromisso,
Pois, seu cumprimento foi promisso,
Em frente universo nada omisso.
A vida de seres quase alados,
De sonoro amor seu exprimir,
Ao mundo o plantar desse sentir.
Assim, plenamente contemplados.


obrigada por experimentar poeta Ineifran Varão (amor lindo)

(1)
CANDEIA

Meus olhos te seguem com saudade,
No claro da lua que passeia...
Daqui ouço a voz que longe canta
Canção que me invade e me levanta...
É a voz que me guia e que me encanta!
O amor que nos une e tece a teia,
Em nós, é mais forte que a procela!
Meus olhos te seguem da janela,
Enquanto, de amor, arde a candeia!


(2)
GRATIDÃO (nonadiprimo)

Vencer as ladeiras do destino,
Saber o porquê de uma razão...
São tantos motivos e atropelos,
Que, em meio a cuidados e desvelos,
Ceder é possível aos apelos,
Incauto que se é numa emoção!
A vida bem molda ao dar o tino...
Pois torna, mais claro e cristalino,
O nobre sentir da gratidão!...


(3)
VENTANIA (nonadiprimo)
A aurora raiava no horizonte
Trazendo a certeza de outro dia...
As aves e os bichos da campina
Saudavam a hora matutina
Ao leve soprar vindo da mina...
Assim era sempre o que se via!
...Da vasta planura até o monte,
Restaram destroços qual desmonte,
Depois da terrível ventania!


Obrigada grande HLuna

Andei muito tempo sem destino
buscando, o quê, digo não sei.
Difícil achar o rumo certo
no mundo, enorme este deserto,
preciso ter olhos, ser esperto,
ninguém vem dizer que não tentei.
Sou inda criança, um menino,
não sabe de si, sou pequenino.
Crescer vou, então, eu te direi.



Não existe limite  para sequência de estrofes da nona como fez Ineifran

OS POETAS SÃO ASSIM (poema nonadiprimo)

Andar de andarilho nos confins,
Voar sem o medo de cair,
Palavras saídas livres, soltas,
Por entre as marés – as mais revoltas,
Na roda gigante em muitas voltas...
Direitos, deveres a cumprir!
Afoga-se o mundo em botequins,
Em versos que nascem dos jardins,
Nas mãos dos poetas a sorrir!

Silentes se vão – sem folhetins,
Nas botas inchadas sem porvir...
Renegam do mundo a vil censura,
Os ditos, ditames, ditadura,
Na cética vida sem tristura...
Os poetas encantam co’o sentir...
Iguais a pierrôs ou arlequins
Despedem-se e vão, como jasmins,
Em busca das rosas do existir!


     Quando é Luna Di Primo a gente sempre aprova!
 







UAI! POVO!

Uai! Eu tô pagando duas ou quantas vezes para esses representantes políticos?
Uai, eu sempre fui informada que os salários destes eram altos exatamente pela importância de representarem o povo. Uai! Agora, fico sabendo que além do alto salário e benefícios constantes em seus 'contra cheques', e demais regalias não reveladas e ainda podem requerer mais regalias, como um avião da FAB para viajar? Uai, povo, o Brasil é nossa ILHA DA FANTASIA? o TREM DA ALEGRIA DEVIA SER DE TODOS! Uai! E depois, inda falam e querem condenar traficantes, ladrões e assassinos?

Ô povo, pode me dizer qual a diferença entre estes? Uai!



BICHA SAFADA



É uma cadela escondida
bem debaixo daquela vida,
dita bem casada.
A bicha não é nada.
E teve moral? Foi perdida!









CORDEL EM SEXTILHAS ESTILO FECHADO



Eu fui parar numa vila
Quando fui pro estrangeiro
No início era argila
No final foi lamaceiro
Sem saber entrei na xila
Eu estava num puteiro

Eu cheguei  lá sem ver nada
Fui fondo, fui fondo e, fondo
Mas logo fui acordada
Por um maldito estrondo
Saímos para a porrada
Pois o tipo era hediondo



MONÓLOGO


Mariiiiiia, ô Maria?!
Coméquitaocê Maria?
Tá bem Maria; ocê tá muito bem, Maria;
Tá bunita, tá forte Maria e que Deus continue a zelar procê, Maria.
Eu? Ah, Maria, tô caminhando, como manda a vida.
Tô cansada Maria.
Tô muito cansada.
Tanta besteira esparramada, Maria. É de rir e de chorar, Maria.
Mesmo assim, ao dar umas bandas, a gente sente o drama Maria, sente sim.
Olha Maria, por tudo que vejo, nem grão de areia me sinto.
E você sabe quanto eu ando, não sabe Maria?
Pois é, eu sou um ínfimo nada diante de tudo que vejo, Maria.
Sabe Maria, tô pensando em voltar pro além nada em que vivia.
Lá eu podia sonhar Maria. Podia imaginar tudo que queria ser.
Tudo o que conseguia Maria, era com muito sacrifício, mas podia sonhar.
Podia sonhar Maria. Sonhar com um amanhã de brilho.
É... Ali tem jeito não Maria.
A cada passo dado o enjoo se manifesta. Fico olhando as coisas Maria, as pessoas e tudo... É demais deprimente, Maria. As coisas saem do jeito que sair...
Sabe, Maria, as pessoas tão nem aí pra nada não.
E o que manda é a conveniência...
Falam coisas sem saber de nada, seja para elogio, seja para falar mal do outro.
É muita gente com interior feio, Maria. Gente rancorosa. Gente maldosa. Gente invejosa. Gente ruim, mesmo.
Tem uns, Maria, que fazem questão de prejudicar.
Tem aqueles que, entra ano e sai ano do mesmo jeito. Fazem da ilusão sua vida. Ficam a chocar ovo podre, não criam nada e tentam destruir quem o faz. Aliás, Maria, essas pessoas se acham as mais; pode rir Maria, também rio muito disso. Não é de rir Maria, mas não me aguento e você pelo jeito, também não. Se você visse Maria, ia rir bem mais. Maria, tem uma dessas, que não sabe fazer nada e fica arrotando grosso, como se fosse a dona sabedoria. Não pode sentir uma oportunidade que fica a falar das costuras alheias. Mas é incapaz de enxergar que apesar de apresentar uma revista cheia de modelitos tão diversificados, ela só consegue fazer um modelinho chumbrega e diz que optou por aquilo. Aliás, não, agora são dois modelinhos; ela faz agora, dois modelinhos. Um, faz muitos anos que está a treinar e, ainda assim, costura torto; o outro começou recentemente e sai tudo em zigue-zague. Sabe por que isso Maria? Porque não tem talento. Mas se vangloria como se fosse a própria glória. Anda abissalmente atrás do que faço e corre atrás de mim como uma galinha choca. Uma hora contarei a você essa história e com certeza vai morrer de rir. Por conta disso, essa que digo, se tornou minha arquirrival e arqui-inimiga e acredito que pagarei pelo pato o resto da vida virtual, rsrs, isso se não acontecer um encontro pessoal, ai eu quero ver no que vai dar. Se você a visse perseguir o Mindim,

ia
fazê
xixi

de
tanto
ri

Ela fala que o Mindim não é nada, que não tem nada, que eu e os outros não sabemos nada, que devíamos estudar mais... Me pergunta que outros Maria? Uai, os outros que inventaram, também... Aiai, ela, se diz tão estudiosa, como fica falando tanta besteira? Por que ela com o tanto que diz estudar, mal consegue fazer dois modelitos, será por escolha? Tô vendo. Ali, a escolha foi de Deus em lhe negar o talento, será por que, hem, Maria? Será o que a criatura fazia lá em cima com os outros? É...
Mas ela não persegue só a mim, não Maria, a outros ela persegue de graça, mesmo, ou melhor, ela cria motivos para perseguir as pessoas. Sabe o que ela fala por ai, Maria? Ela diz para outros que 'puseram' a nós, que inventamos coisas, para 'experimentar', rsrs, e nós falamos que estamos pagando o pato por conta dela que só enfiou fracasso la dentro... É, as coisas que ela pediu pra colocar lá é tudo fracasso; ela em si é um fracasso e tudo que toca vai brejo abaixo.
Se faz de grande; coitada, Maria, tenho dó, mas ela é bem arrogante e com isso só tem em troca o desprezo, a solidão e a chacota. Uma fantoqueira! Não me pergunte o que é isso que não sei, veio e falei.
Pois é, Maria... Muita coisa não posso falar. Posso me danar por isso, como já me danei muitas vezes, rsrs. Mas dá vontade, viu Maria?
É... Você tem razão, eu sei, sinto prazer em dizer o que penso e acabo me acabando, rsrs.
Pois, é por essas e outras que preciso parar viu, Maria? Fazer o que realmente traz retorno como satisfação e não aborrecimento, tristeza; é tudo muito vazio, muito ruim. Mas vou continuar vindo, aqui, falar com você. Experimentará todos os sentimentos possíveis, aqui, nesse seu paraíso. Apresentarei a você o mundo que não conhece. Até...



RAFAEL (SONETOS AO JOVEM)


Bem no meio da rua uma carteira
Contendo documentos de um jovem
À frente parecendo bebedeira
Com muitos a passar nem se comovem

Caído na calçada resmungava
Ao seu lado a carteira de trabalho
Limpo, boa aparência e delirava
Com emprego, dois filhos e agasalho

Mas nada foi capaz de lhe ajudar
Pois as drogas tomaram o lugar
Perdido não sabia onde estava

Para casa a essa altura não voltava
Pois revolto estava aquele mar
Logo se via no azul daquele olhar





PÉROLA 36


Tanto inventou
Sobre o fazer do haicai
Isso e aquilo

Acabaram por sumir
Com seu jeito natural

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POSSO NÃO SER GRANDE MAS ESTOU ENTRE ELES

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