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Escritora e Poetisa amante da natureza

Posse - ARLAC - Academia Rotary de Letras, Artes e Cultura



Uma festa linda e uma grande honra receber esses títulos, além da posse como Acadêmica Correspondente dessa Academia advinda de uma instituição - ROTARY CLUB - tão bem posta na sociedade e respeitada, que conheço há muitos anos, inclusive a atuação de seus representantes e a seriedade com que desenvolvem seu trabalho em prol de uma sociedade mais digna. E há bom tempo venho acompanhando o trabalho de Luiz Antonio Cardoso e Anete Simões - ROTARY CLUB DE TAUBATÉ OESTE - e demais membros; inclusive, com o tempo, me integrei a esse grupo, exatamente, pela seriedade que conduz todo o trabalho proposto. Agora, Digo com orgulho que sou um dos membros a compor a ARLAC - Academia Rotary de Letras, Artes e Cultura. Obrigada a todos que me proporcionaram essa alegria, inclusive a meu lindo e maravilhoso filho que ao me representar teve a oportunidade de conhecer um pouco do que sempre digo a ele - "pessoas que trabalham com seriedade e honra". Obrigada, sempre! Saudações aos demais membros.
Luna Di Primo





MULHER - COMEMORAR O QUE?

Dia Internacional da Mulher? 
Comemorar o que? A responsabilidade que multiplicou? As surras e mortes que aumentaram? O tempo para descanso que já não existe? O objeto sexual que não deixou de ser?
Comemorar o amor que não passa de engano? O romantismo que só existe nas histórias de ficção onde se transcreve os sonhos?
Comemorar a ingenuidade de se achar companheira, enquanto se é vista, apenas, como a dona de casa que lava, passa, cozinha, vai ao supermercado ou à vendinha, ali do lado, pegar o que falta para o almoço ou jantar, para dar de comer ao marido ou ao marido e filhos, quando chegam e dão seguimento aos seus interesses enquanto se espera pelo chamado que a comida está na mesa?
Comemorar que vai para a rua, para o trabalho, muitas vezes, obrigada a ganhar o “pão de cada dia” para alimentar os filhos?
Comemorar que muitas vezes perde seus filhos para um mundo desregrado por falta de sua companhia e orientação?
Comemorar o desespero de ver um filho morto por desajustes sociais?
Comemorar o que? Se quem deveria lhe valorizar nem imagina a dimensão do que é a dor de parir?
Comemorar que a sua terna e eterna dedicação na maioria das vezes é vista, apenas, como o cumprimento de sua obrigação?
Comemorar a beleza explorada ou usurpada pela ambição e ganância?
Comemorar o comércio do encanto, da vaidade e da sedução?
Comemorar que, mesmo, sendo dita amada e adorada continua a ser explorada em todos os sentidos?
Comemorar que, por mais independente que seja e, seja pobre, rica ou classe média é sempre submissa à vontade do homem?

Não! Não há nada para se comemorar. Nem a libertação, pois que a escravidão, nesse caso, não passa de uma obrigação ditada pela sociedade.



A FALTA DE CULTURA MATA A CULTURA, MATA A HISTÓRIA DA CULTURA E MATA A HISTÓRIA GERAL


A FALTA DE CULTURA
MATA A CULTURA
MATA A HISTÓRIA DA CULTURA
E MATA A HISTÓRIA GERAL

A falta de cultura mata a Cultura, mata a História da Cultura e mata a História Geral.
Não dá para medir o quanto se critica o Militarismo por sua forma autoritária de governo. Não vou entrar em méritos de governo e governados, até porque esse é outro foco.
Porém, devo dizer que essa época – do Militarismo – iniciou quando eu era criança com pouco tempo de vida e se manteve até um tempo depois da minha adolescência. Nessa época a maioria dos estudantes era sem as maldades mentais que vieram depois e prevalecem. Hoje, assustadoramente, não existe mais aquela inocência mental e moral.
Naquela época, o tempo era o mesmo tempo que existe hoje – o tempo não muda e sim, os costumes. Ali, recebia-se a educação base em casa e a educação escolar era a educação bancária. A educação bancária era um complemento para a vida adulta e trabalho, quando se recebia aulas, dentre outras, de Educação Moral e Cívica, na quais se aprendia o respeito e o amor pelas pessoas e pela Pátria.  O restante vinha da essência da pessoa tanto na educação como no saber a resultar o seu fazer, a sua ação.
E o que temos hoje na tão aclamada Democracia? O viver de uma falência generalizada de conceitos morais e sociais nos quais valores se inverteram e se busca resgatar o ‘politicamente correto’ com ações, totalmente, castradoras. No Brasil, logo, não haverá espaço para maior população por ter que reservar espaço para tantas leis que não são cumpridas e se criam mais em cima de mais quando bastaria se respeitar a Constituição – Lei Maior do Brasil. Nossos dirigentes e, consequentemente, o povo se perdem acreditando estarem se achando ao executar o que entendem por ‘politicamente correto.’
Há bastante tempo o saber vem se perdendo em relação à análise e interpretação. Com a deterioração da Educação nos seus dois patamares: base e bancária, a interpretação e análise corretas, também, foram perdidas. As pessoas perderam essa capacidade e suas ações advêm dessa estrutura.
É o que vem acontecendo com o ‘politicamente correto’ na incapacidade de mudar a situação familiar e acadêmica, as pessoas tentam anular uma cultura apagando sua história, quando deveriam usar essa história para trabalhar a cultura atual, elevando seu nível.
É toda essa gama de inteligências que faz afronta ao grande representante da Literatura Brasileira, o escritor Monteiro Lobato, que registrou toda uma vivência da sua época. Registrou a Cultura. E sua obra citada como disseminadora de preconceito. Preconceito é negar, é esconder, é ditar quem é o que ou o que é o que ou quem. Não é eliminando livros de Monteiro Lobato ou substituindo palavras vistas, por uns, como preconceituosas e ofensivas que se eliminará preconceito e falta de respeito. Muito menos impondo a Lei. Não é apagando o passado que se conseguirá a Harmonia Social.
A maior prova de ignorância e preconceito, incompetência e autoritarismo está aí – proibir ou querer proibir que se exiba um momento histórico, e tão pior é a ação de querer extinguir aquilo que faz parte de uma época, a sua construção. Mas é isso que acontece com ditadores e ignorantes, com uma diferença: o ditador não se interessa em dialogar, explicar, educar e o ignorante não sabe dialogar, ensinar, educar.
Os costumes são arraigados e dependem da evolução humana para ficarem ou partirem e a evolução depende de todos os fatores à sua volta – economia, educação base, família, escola... E incluindo, aí, a própria evolução espiritual que é fator que tem sua importância.
É tudo uma questão de evolução. Não importa de que forma aconteceu um passado, importa o que esse passado pode contribuir para que se promova a evolução.
Como tudo está deteriorado, tentam - possivelmente sem perceber – combater preconceito, alimentando o próprio preconceito. Quando vai acabar o preconceito? Nunca! Como sempre será jogado para debaixo do tapete ou amontoado no guarda roupa. O atraso é tão grande que não se consegue separar a questão histórica da atualidade.
A capenguice da educação base e bancária se torna cada vez mais fortalecida, uma vez que a sua deterioração reflete no futuro, como o passado reflete no hoje. Os educandos de hoje serão os educadores de amanhã. Consegue visualizar essa futura geração? Para mudar a história, há que se usar a própria história e não somente catalogá-la e sair por aí falando da mesma, citando-a para justificar o caos social.
Há que se estudar e usar a história para informação e aprendizagem, criar e educar o homem. É analisar e ponderar seus pontos positivos e negativos para, então, orientar a sociedade em seus passos. Isso é educar. Isso é governar. Isso é evoluir.
A vivência é um círculo.


*Considera-se, aqui, as regras e suas exceções. 







COLHEITA


São flores colhidas no jardim,
Os frutos da própria imensidão.
Retorno de ação de uma pessoa,
Ou do coletivo que faz loa,
Ao mundo da chuva à garoa.
D'olhar ao sorriso é vastidão.
De tudo a colheita chega, sim.
Pra todos: você, outro e pra mim.
E tudo vem livre de isenção.

São flores colhidas no jardim,
Os frutos da própria imensidão.
Pra ter o amor é só plantar.
Pegar a semente e semear;
A terra boa e ruim fertilizar.
Assim, corações na escuridão,
A ter aconchego, quando, enfim,
Colheita sadia a ter por fim;
Enquanto do bem a floração.
nonadiprimo é estilo de poema criado por Luna Di Primo
 está no livro Prosa&Poema




MEU AMOR

MEU AMOR

E quando tiver que ir, irei.
Irei com a única tristeza:
-Não ter encontrado o meu amor.
Vou na frustração até o fim d’andor.
Partir carregando o meu sensor.
De enganos, apenas, estranheza.
Por meu amor sempre buscarei.
Um dia, com certeza, o encontrarei.
Feliz, banhar-me-ei em sua pureza.

[poema estilo nonadiprimo]

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Obrigada pelas leituras
Estados Unidos-Brasil-Alemanha-França-China-Portugal-Rússia-Cingapura-Reino Unido-Letônia-Ucrânia-Coreia do Sul-Turquia-Irlanda-Filipinas-Eslováquia-Bangladesh-polônia-Venezuela-Mauricio-Israel-Romênia-Canadá-Índia-Malásia.


MÃE



Uma briga de trânsito devolve o filho morto por balas de revólver. A mãe, sexagenária, na volta do enterro degola-se. É a dor das entranhas que somente a mulher que pariu conhece a sua dimensão. 











UM DEUS



     Eu vou afagar os seus cabelos,
     Ao vir da tristeza - e no meu colo,
     Seu sonho será felicidade.
     A dor não terá a oportunidade
     Fatal de destruir a majestade
     Do seu lindo olhar que desce ao solo,
     No simples pensar de nus apelos.
     Eu vou afagar os seus cabelos,
     Assim, admirar um deus Apolo.

                 (poema nonadiprimo)









Eu escrevo...

Eu escrevo porque escrevo, mas, não escrevo por escrever.
Não escrevo, meramente, para dar minha opinião ou para ser, simplesmente, lida. Leitores, com o tempo se vão e outros chegam. Escrever sobre o que pensa é o que a maioria faz, não vejo mérito nisso, uma vez que pessoas comuns, pessoas do cotidiano, não formam opinião simplesmente por escrever o que pensam, pois são pensamentos comuns como são elas e quem as lê. Coisa corriqueira não forma opinião, não modifica e nem transforma. Um pouco mais alto na escala, estão os repetidores dos consagrados. 
O que se vê ou percebe é que tudo já foi escrito. Tudo já foi dito e nunca mudou. Não aconteceu nenhuma renovação, a não ser a referência em literatura técnica devido aos avanços científicos. E tudo que se vê escrevendo, hoje, é apenas a repetição - em forma modificada ou atualizada do linguajar - daquilo que já foi dito e escrito lá no princípio desse mundo de pessoas e quando tudo ou quase tudo foi grafado no surgimento da fala impressa. O que se vê é que, não tendo mais o que fazer ou dizer, o homem vem, há bom tempo estratificando a cria alheia de forma a poder dizer algo. Lavoisier, Antoine - sabiamente - atravessa os tempos com sua fala que se encaixou em todos os setores da vida universal de todos os tempos. “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. E daí se aproveita o que der, se der, pois cada vez pior. 



TUDO PASSA

Tudo passa. 
Mas, enquanto não passa é enfiar a cabeça e o resto do corpo. É ir fundo, pois o fundo é o limite. 
E o limite é o fim. 
E o fim é a libertação.








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POSSO NÃO SER GRANDE MAS ESTOU ENTRE ELES

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